Era uma vez uma Bienal, uma Feira do Livro preocupada em oferecer obras variadas para todos os tipos de leitores, até mesmo os que ainda não leem. E era uma vez uma Spirodiro, uma marca de roupas que vai além do vestir preocupada com a infância, curiosa e antenada, não somente com o mundo do vestir, mas também com o encantador mundo dos livros.

Estivemos por lá neste último fim de semana, e entre tantas novidades e atividades, uma em especial chamou a nossa atenção: a palestra “Moral da História”.

A proposta era discutir sobre a “obsessão” pelas lições de moral presentes na literatura e na dramaturgia para as crianças. Para responder a pergunta “A literatura e o teatro infantil podem querer ser apenas diversão ou têm a obrigação de transmitir lições, ensinamentos e regras de conduta?”, foram convidados a diretora de diversos espetáculos, Débora Dubois, Amauri Falseti, fundador e direitor da Cia Paideia de Teatro e os autores de muitos livros e contadores de história, Regina Drummond e Ilan Brenman.

Depois de estudar o tema em sua pesquisa de doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), que resultou no livro “A condenação de Emília: o Politicamente Correto na Literatura Infantil”, o escritor e pesquisador Ilan Brenman, assegura que não, as histórias não têm a obrigação de transmitir lições ou ensinamentos e defende a ideia da leitura pelo prazer e pela diversão.

Autor de livros infantis que buscam “tratar a vida como ela é”, como “Até as Princesas Soltam Pum” e “Mamãe é um Lobo”, Brenmam questiona se a mudança nos clássicos para o politicamente correto é uma tentativa saudável de reduzir a violência na vida real.

“Hoje, se uma criança mata uma formiga, vai para o psicólogo”, critica o autor e diz que o mundo está ficando “careta”.

O educador (e a Spirodiro também) acredita que os pais não podem terceirizar a transmissão de valores morais para os livros. Esta é uma função que deve ser feita pela família, e qualquer tentativa de ensinar a ser bonzinho por mensagens já prontas em livros não terá efeito. Isso porque a percepção do que é “bom” e do que é “mau” deve vir sempre pela reflexão e pelo diálogo em família.

Moral da História: Leia sempre e muito! Leia para se divertir, para desenvolver a criatividade, para soltar a imaginação, para conhecer outras culturas, para estudar, para rir e se emocionar…enfim, leia, leia, leia!!

 

No nosso post anterior, mostramos o trabalho de Guilherme Seta no curta “Thomás tristonho”.

Dentro deste projeto, foram realizados minidocumentários com o tema Tristeza. Um projeto lindo que nos faz refletir o que significa este estado de espírito na nossa vida. Você saberia definir o que é Tristeza para você?

Durante o evento de laçamento do curta, alguns artistas que participaram do projeto estavam presentes com amostras do seu trabalho!

Esta figura, nos chamou muita atenção!! Uma pessoa que traz consigo um mundo de possibilidades e um trabalho magnífico.

Confira a sabedoria de Hélio Leites, nada mais…

Maiores informações sobre o projeto e outros vídeos em O Que é Tristeza para Você?

 

Como cominado, aí está o look escolhido pelo Davi de Carrossel:

Guilherme Seta veste

Calça-Boom xadrez- em sarja de algodão, com joelheira reforçada.

Camiseta Máscara azul- em malha 100% agodão com máscara aplicada. Os olhidnhos da camiseta podem ser trocados! Asim você escolhe qual sua identidade!

Casaco Capa- peça conceitual da coleção Supers, um casaco que já vem acoplada uma capa poderosa!!

A notícia é que arrasou durante todo evento!

Foi lançamento do seu trabalho no curta “Thomás tristonho”, no qual o Guilherme interpreta o Thomás em sua infância.

Muitos perguntaram se ele estava com o figurino do filme, vestido de Thomás!

Quem sabe? Se a Spirodiro já está nas telinhas do SBT, porque não nos telões de cinema??

O curta metragem conta história de um menino que acredita ter o poder de transformar tudo que toca em algo triste. Carrega esta tristeza e aprende a conviver com ela no meio de todos os desafios da vida. Tudo isso relatado no curta de forma leve e fabulosa!

Mas vocês ai, não fiquem tristes!! Thomás consegue se desprender desse “apelido” que o título traz! Para isso, o que a Spirodiro puder fazer para ajudar, será com todo prazer!! Vamos acompanhar sempre!

Para conhecer melhor este projeto, entre no site do Thomás Tristonho.